O Feijó é denso. Muitos prédios, muitos carros e pouco espaço para todos, e isso deixa sinais próprios na pintura que não têm nada a ver com sujidade.
As marcas de estacionar à justa
Portas que abrem contra a coluna da garagem, espelhos raspados nas rampas, riscos nas arestas dos guarda-lamas de tanto entrar e sair de lugares medidos ao centímetro. É o desgaste típico de quem estaciona em garagem coletiva ou em rua cheia.
Boa parte destes riscos é superficial e vive só no verniz, o que significa que se resolve com correção de pintura sem pintar nada. O teste é simples: passe a unha ao contrário sobre o risco. Se a unha não prende, há boas hipóteses de sair. Se prende, o risco passou o verniz e aí a conversa é outra.
Trânsito, e a película que ele deixa
Com a A2 e o IC20 aqui ao lado, os carros do Feijó apanham fuligem em quantidade. Ela deposita-se sobretudo na traseira e na parte baixa das portas, e forma uma película que dá ao carro um aspeto sem brilho mesmo depois de lavado. Não sai com champô porque não está pousada, está agarrada. Sai com descontaminação.
Quem passa o dia com o carro parado junto ao Almada Fórum ou noutro parque de superfície acumula ainda o que cai das árvores e das aves, e aí a pressa é outra: dejetos de aves ao sol atacam o verniz em poucas horas.
Interiores de uso intenso
São carros de trabalho e de família, usados todos os dias, muitas vezes com refeições feitas lá dentro. Nesses casos o interior é a parte que mais transforma a sensação do carro. A lavagem e limpeza completa inclui aspiração a fundo, tratamento de estofos conforme o material, plásticos limpos sem gordura e vidros por dentro, que é onde se forma o véu que embacia à noite.
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919 060 257, ou o formulário aqui em baixo. Para riscos, mande foto de perto e com boa luz. Faz toda a diferença na avaliação.
Preparar o carro para venda
Num bairro com esta densidade há sempre carros a mudar de mãos. Quem vende tende a gastar zero na apresentação e a descobrir depois que os interessados regateiam a olhar para o interior. Vale a pena inverter isso.
O que mais rende, por esta ordem: interior limpo a fundo e sem cheiro, faróis transparentes e jantes sem manchas. Só depois vem a pintura. Um carro assim fotografa-se melhor e defende-se melhor ao vivo, e as fotos são o que decide se alguém marca visita.
Perguntas frequentes
Os riscos das portas saem sem pintar?
Se forem superficiais, saem com polimento. A regra da unha é um bom indicador: se ela não prende no risco, há muitas hipóteses de resolver sem tinta.
Trabalham dentro da garagem do prédio?
Sim, desde que haja espaço à volta do carro. Em garagens muito apertadas pode ser preciso tirar o carro para um lugar com mais folga.
Fazem carros de empresa e frotas pequenas?
Fazemos. Para vários carros combina-se um plano e um valor por conjunto, é só dizer quantos são.
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