Almada · Cacilhas · Feijó · Charneca de Caparica · Costa da Caparica
Ligue já: 919 060 257

O risco precisa de pintura ou sai com polimento? O teste da unha

Metade das pessoas que nos pedem orçamento para pintar não precisa de pintar nada. Há um teste de cinco segundos que resolve a dúvida.

Antes de mais, o teste, porque é isso que veio aqui procurar. Passe a unha ao contrário sobre o risco, sem força, no sentido perpendicular a ele. Se a unha desliza sem prender, o risco está no verniz e há boas hipóteses de sair com polimento. Se a unha prende, o risco passou o verniz e a conversa é outra.

Agora a parte que explica porque é que isto funciona.

A pintura de um carro tem três camadas

Por baixo está o primário, que agarra ao metal e o protege. Por cima vem a tinta de cor, que é surpreendentemente fina, na ordem de um cabelo dividido em várias partes. E por cima de tudo está o verniz, transparente, que é a camada mais espessa das três e a única que se pode trabalhar.

Todo o brilho que vê num carro é verniz. A cor está lá em baixo, protegida.

Polir é remover uma fração micrométrica de verniz, nivelando-o até o fundo do risco deixar de existir. Por isso é que um polimento resolve riscos de verniz e não resolve mais nada: quando o dano chegou à tinta, não há verniz para nivelar.

O que costuma sair com polimento

Riscos de lavagem e as teias de swirls que se veem ao sol. Marcas de pano seco. Riscos de unha à volta dos puxadores. Marcas de dejetos de aves que gravaram a superfície. Manchas de água dura e de rega. Oxidação e baço no tejadilho e no capô. Riscos superficiais de arbustos e de sacos de compras.

Nestes casos, além de ser muito mais barato, é melhor solução: o carro mantém a pintura de fábrica, que vale mais na revenda do que qualquer repintura, por bem feita que seja.

O que não sai

Riscos em que se vê o branco do primário ou o cinzento do metal. Riscos com aresta afiada que a unha agarra. Riscos de chave, que costumam ir fundo. Zonas com tinta levantada ou pontos de corrosão. Qualquer dano com deformação da chapa por baixo.

Aqui pintar não é opção, é a única saída. E em Almada há uma razão extra para não adiar: enquanto a pintura está fechada protege o metal, mas a partir do momento em que um risco a abre até à chapa, o sal do ar encontra caminho. Um risco que noutro sítio ficaria anos igual, aqui pode transformar-se em corrosão em muito menos tempo.

Os casos duvidosos

Há riscos em que a unha prende só em parte do comprimento. Normalmente significa que o risco varia em profundidade, e o que se faz é polir para reduzir tudo o que for verniz, ficando um traço muito mais discreto do que estava. Não desaparece, mas melhora ao ponto de deixar de se notar a dois metros.

Há também riscos que não são riscos. Transferência de tinta de outro carro ou de um poste fica por cima do verniz, não por baixo, e sai por completo com polimento. Vale sempre a pena tentar antes de assumir o pior.

Porque é que dizemos isto abertamente

Podíamos deixar toda a gente pedir orçamento de pintura e faturar mais. Só que um cliente a quem se pinta um painel que não precisava de tinta descobre-o mais cedo ou mais tarde, e nunca mais volta. Preferimos perder o trabalho grande e ficar com o pequeno.

Se o teste da unha der verniz, é caso para correção de pintura. Se prender, veja a página de bate-chapa e pintura, onde explicamos como funciona, incluindo a recolha do carro. Na dúvida, mande-nos três fotos com luz de dia e à sombra para o 919 060 257 e dizemos-lhe qual é o caso.

Peça um orçamento grátis

Preencha o formulário ou ligue-nos. Respondemos depressa e sem compromisso.